Quinta-feira, 23 de Março de 2006
NAO A NOVAS CENTRALIDADES
Gostei de ouvir o engenheiro Socrates, afirmar que a descentralizacao (ou regionalizacao) nao iria criar novas centralidades regionais. Pareceu-me honesto quando fez essa afirmacao, no entanto devemos sempre levar em consideracao, que uma coisa sera a vontade do primeiro ministro, outra muito diferente e o poder dos lobis, eleitorais ou nao.
Aqui deste meu cantinho regional, fico a favor votos que essa vontade expressa, seja materializada na pratica politica. Creio que todos teriamos muito a ganhar, com essas medidas descentralizadoras. Mas como quando a esmola e grande ate o santo desconfia, aqui d'Algodres ficamos atentos ao desenrolar dos acontecimentos.
publicado por dalgodres às 09:14
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4 comentários:
De O Micróbio II a 23 de Março de 2006 às 09:53
"catinho regional..."... qual "cantinho"? Esta região é a essência do território nacional... :-)
De al cardoso a 23 de Março de 2006 às 10:12
Nao queria ser o primeiro a dize-lo, mas ja agora que foi o meu amigo que o disse, so posso concordar com algo, que parece que so os governos nao concordam.
De RM a 24 de Março de 2006 às 05:41
Tudo o que seja feito para contrariar a bicefalia deste pequeno rectângulo, é bom. Enquanto Portugal não deixar de ser só Lisboa e Porto, não vamos a lado nenhum. Enquanto tivermos um país em que só os "iluminados" dos gabinetes da capital estão autorizados a pensar por nós, não vamos a lado nenhum. Ninguém melhor do que os que cá vivem no interior, conhece os nossos problemas sub-regionais. E não precisamos de alfacinha nenhum para nos vir apontar soluções, tiveram já muito tempo para as aplicar e não o fizeram. O país cuntinua a ser o que parece ser e o interior continua com o desenvolvimento eternamente adiado na estagnação.
Mais, um país ou uma região tem mais futuro nesta “aldeia global” se tiver centros urbanos economicamente sustentáveis, competitivos e com produtividade assente na inovação. É nestes parâmetros que assenta o nível de divisão do território, isto é, define-se até onde se pode ir.
De Anónimo a 28 de Março de 2006 às 04:17
Quem fala assim não é gago.
Mai nada!

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